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Estudo da IBM coloca a América Latina como mercado promissor em contratações

Dos 700 executivos de Recursos Humanos entrevistados, 26% dizem investir para aumentar sua força de trabalho na América Latina.

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São Paulo - 13 Dez 2010: Estudo da divisão de consultoria da IBM mostra que 26% dos líderes de Recursos Humanos entrevistados estão ampliando as contratações na América Latina e no México. Outros potenciais mercados são a China (40%) e Índia (29%). A pesquisa intitulada "Trabalhando além de Fronteiras" reforça o Brasil como representante de grande fatia do desenvolvimento latino-americano. Mais de 700 executivos seniores de Recursos Humanos de 61 países, incluindo o Brasil, e de 31 segmentos de mercado participaram do estudo.

Os executivos também demonstraram interesse em investir na expansão para novos mercados. Na América Latina, 34% deles já pensam nessa estratégia, enquanto outros 47% pretendem focar nesse tema nos próximos três anos. Na média global, os índices foram um pouco mais baixos, representando, respectivamente, 31% e 44% das intenções.

Segundo o estudo, a maioria dos líderes de recursos humanos latino-americanos acredita que formar líderes, reter talentos e promover colaboração e conhecimento dentro da organização ainda são grandes desafios para as empresas. “Tanto a agilidade na combinação do talento crítico com oportunidades estratégicas, como a aplicação de mecanismos que suportem a agilidade no compartilhamento do conhecimento e a experiência coletiva, são essenciais para obter um desempenho superior no atual mercado globalizado”, comenta Jeane Gonçalves Rego, Líder de Soluções de Capital Humano da IBM Brasil. “Para alcançar melhores resultados, as organizações precisarão investir no desenvolvimento de líderes capazes de atuarem como catalizadores de mudanças e que estejam aptos a estimular o potencial dos talentos críticos, assim como investir em estrutura e recursos que facilitem a colaboração e compartilhamento de conhecimento institucional”.

Os entrevistados do estudo acreditam que oportunidades de entrar em novos mercados e desenvolver novas ofertas impulsionarão investimentos futuros em força de trabalho, independentemente da região. Porém, menos de um terço dos executivos latino-americanos avaliou sua empresa como eficiente em desenvolvimento de liderança - um número surpreendentemente baixo considerando sua importância.

Contudo, mesmo no auge da recessão global, 33% dos entrevistados em mercados maduros e 42% na América Latina ampliaram seu investimento em desenvolvimento de liderança, números significativos considerando as iniciativas de contenção de custo lançadas por muitas empresas diante deste cenário.

A capacidade de desenvolver liderança eficaz, bem como estimular o compartilhamento de conhecimento e colaboração na empresa, geralmente dependem de informações disponíveis para tomada de decisões quanto à força de trabalho. Para muitas organizações esse nível de conhecimento continua a ser inalcançável. Na América Latina, apenas 14% dos entrevistados disseram que são muito eficazes no uso de dados analíticos para tomar decisões sobre a força de trabalho.

Potencializando a Inteligência Coletiva

Enquanto as redes sociais e a colaboração são vistos por muitos como uma qualificação “soft”, o estudo mostra que podem ter consequências nos resultados das empresas. As organizações com desempenho financeiro acima da média têm 57% maior probabilidade do que as demais de usar ferramentas colaborativas e de rede social para permitir que equipes globais trabalhem juntas com maior eficiência.

Segundo a amostragem da América Latina, apenas 21% ampliaram recentemente o valor investido nas ferramentas exigidas para promover colaboração.

Além de deixar de investir intensivamente em novas ferramentas de colaboração e comunicação, as empresas não têm aproveitado ao máximo os recursos de compartilhamento de conhecimento que já detêm. Os entrevistados indicam que usam táticas colaborativas com maior frequência para aprimorar a eficácia de comunicações corporativas, programas de aprendizado e para selecionar e recrutar candidatos externos. Essas táticas são usadas menos frequentemente com propósitos estratégicos ou para ampliar a visibilidade de idéias.

Sobre o Estudo Global de CHRO

O estudo Global da IBM de Executivos-Chefes de Recursos Humanos de 2010 é a terceira edição do Estudo Global de Capital Humano, liderado conjuntamente pelo IBM Institute for Business Value e pela área de Estratégia e Transformação da IBM. Entre novembro de 2009 e abril de 2010, a IBM entrevistou 707 executivos, quase 600 deles pessoalmente. A pesquisa foi conduzida com organizações de todos os tamanhos em 61 países diferentes e foi quase igualmente dividida entre executivos em mercados maduros e em mercados em crescimento.

Para acessar o relatório completo do estudo, visite: ibm.com/chrostudy


Sobre a IBM

Para mais informações sobre a IBM, visite http://www.ibm.com/br
IBM no Twitter: http://twitter.com/ibmbrasil
 

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