Em 2017, a IBM completa 100 anos no Brasil. Podemos dizer que somos uma companhia experiente, mas com espírito jovem e visionário. Esses cem anos foram movidos por um grande e único propósito: desenvolver e aplicar tecnologias em favor do progresso do país e de toda a sociedade. É um orgulho ter um século dedicado a criar soluções para resolver problemas contemporâneos. E o melhor: sempre com os olhos no futuro. Porque a inovação e o pioneirismo sempre fizeram parte da nossa personalidade.

Agora, convidamos você a saber mais sobre nossa história. Quem nos conhece já sabe que somos uma companhia que se reinventa constantemente. Para se ter uma ideia, passamos pelo cartão perfurado, pelas máquinas de escrever e pelos computadores pessoais. Lançamos o conceito do e-business, que mudou o comportamento de compra online nos consumidores. Inauguramos a era on-demand, que deu flexibilidade e aumentou significativamente o acesso a serviços de tecnologia por todos os segmentos de mercado. Iniciamos uma discussão com a sociedade sobre a aplicação da tecnologia para o desenvolvimento de cidades mais inteligentes, com sistemas mais eficientes de segurança pública, trânsito, educação e saúde.

Recentemente, inauguramos uma nova revolução: a era da computação cognitiva, em que sistemas entendem a linguagem natural. Esses sistemas cognitivos também são chamados de inteligência artificial, justamente por se aproximarem da forma humana de pensar, interagir e aprender, extraindo conhecimento de grandes volumes de dados não estruturados e de diversas fontes, como de textos, imagens e vídeos. O impacto na sociedade e no mundo dos negócios é enorme. Qual o objetivo disso? Queremos ajudar o ser humano a expandir exponencialmente o seu potencial de conhecimento e a desenvolver novas capacidades, nos impulsionando para um novo ciclo de inovação. Pois é, desde sempre criamos e aplicamos a tecnologia para servir e ajudar pessoas a desenvolverem o Brasil. E, daqui para a frente, não será diferente.

Para onde vamos!

Ah, a transformação! Vivemos em tempos de rápidas e intensas mudanças no mundo. O mercado de tecnologia, que está no centro dessa transformação, também muda num ritmo veloz. Hoje, as organizações do mundo todo demandam cada vez mais uma plataforma integrada com sistemas e aplicações que processam bilhões de transações e dados sensíveis de clientes, conectam dispositivos móveis, rodam processos de negócios e funcionam como ferramentas de análises de dados que ajudam a melhorar a experiência do consumidor. Os dados são o novo recurso natural, assim como o petróleo foi no início da era industrial.

Entretanto, 80% dos dados gerados por meio de textos, imagens, vídeos e posts em redes sociais são desestruturados. Isso quer dizer que são de difícil interpretação aos olhos da computação convencional. Apesar de serem vistos, lidos e consumidos, essa montanha de informações não representa nada se não for analisada e interpretada. Dar significado a grandes volumes de dados, tornando-os ‘visíveis’ para melhores tomadas de decisão, tornou-se fundamental para transformação de negócios, indústrias e profissões.

Diante deste contexto, em outubro de 2015, a IBM anunciou globalmente um novo posicionamento estratégico, inaugurando uma nova era da tecnologia: a Era dos Negócios Cognitivos, liderada por sistemas cognitivos que processam e extraem insights de grandes volumes de dados, entendem a linguagem natural das pessoas, aprendem continuamente e geram hipóteses de forma muito semelhante ao ser humano.

Esta era já está proporcionando às empresas, sociedade e a nós, cidadãos, um novo nível de experiência com a tecnologia. Com o Watson, plataforma cognitiva da IBM na nuvem, é possível ampliar o conhecimento humano em áreas distintas da sociedade, como saúde, educação, finanças, apenas para citar alguns exemplos. E, esse conhecimento ajudará a humanidade a ir ainda mais longe, conquistando objetivos que pareciam impossíveis de serem alcançados até pouco tempo atrás.

Planeta mais inteligente

Em 2000, a expansão da internet trouxe também um desafio: o processamento de todos esses dados que eram gerados a uma velocidade cada vez maior. Cientistas e profissionais da IBM imaginavam que tanta informação, gerada a todo momento e em qualquer lugar do mundo, deveria seguir padrões que poderiam ser analisados por soluções que aproveitassem o vasto potencial computacional da virada do milênio. Os grandes computadores, interligados na nuvem, poderiam encontrar esse padrão, oferecendo informações importantes para as companhias e para o mundo. Era exatamente isso que levaria o mundo a tornar-se cada vez mais inteligente.

Assim, a IBM lançou a estratégia de Planeta mais inteligente. Agora, o mundo instrumentado por dados e sensores, conectados à internet e entre si, geraria dados que seriam analisados para encontrar respostas. Instrumentalização, interconexão e inteligência: era assim que a IBM enxergava como os negócios poderiam ampliar ainda mais suas capacidades. Porém, não apenas os negócios. A estratégia poderia ser aplicada para resolver problemas ainda mais complexos, como a segurança nas cidades, a prevenção e previsão de incidentes, a grande movimentação populacional, o trânsito nas grandes cidades etc. Só para citar um exemplo: algumas cidades, como o Rio de Janeiro, receberam centros de comando que possibilitaram cruzar dados vindos de diversos departamentos da cidade, como infraestrutura, transporte e segurança pública, possibilitando tomadas de decisões e ações ainda mais rápidas.

O know-how da IBM em inteligência artificial, por meio do processamento de dados que surgiam a uma velocidade cada vez mais alucinante, somado à codificação e instrumentalização e à origem de redes sociais e a popularização dos sistemas de comando de voz e dos smartphones, levou a companhia ao único caminho que ela poderia seguir: o desenvolvimento de soluções que pudessem captar qualquer tipo de dado – estruturado e não estruturado –, analisando cada um com o objetivo de ajudar a humanidade a encontrar respostas de maneira ainda mais rápida e que, finalmente, conseguisse se aprimorar. Essas soluções foram chamadas de Soluções Cognitivas.

O e-Business

A década de 90 é marcada pelo rápido crescimento da internet. Em grande parte do mundo, o computador pessoal entrava no ambiente de trabalho e na casa das pessoas. Esses computadores se conectavam a uma rede: a internet. Intranets, servidores, web sites e ferramentas de buscas eram as maiores apostas das companhias.

Contudo, a IBM viu na internet algo que ía além de um lugar para concentrar informações. A internet era, na verdade, uma vasta plataforma para os negócios. Ela anteviu, ainda no início, toda a possibilidade dos negócios online. A internet era o ambiente perfeito para a promoção e venda de produtos. A IBM nomeou essa estratégia como e-Business. Em seis anos, a IBM, que passou por um período complicado nos anos 90, se reinventou e retornou como líder em prover serviços e produtos para as companhias que queriam entrar na era da internet, com mais de 10 mil clientes de e-Business.

O Brasil entrou com tudo nessa estratégia, principalmente quando falamos em finanças. Em 1997, a primeira transação de débito, totalmente segura e pela internet, foi realizada pelo Banco do Brasil, usando a tecnologia de ponta a ponta da IBM.

1950-1990

As pesquisas na busca de encontrar novas formas de automatizar o processamento e o armazenamento de dados avançavam rapidamente. Na década de 40 e 50, duas invenções foram cruciais para a revolução eletrônica que mudaria o mundo. A primeira foi a implementação das válvulas a vácuo que, ao substituir os dispositivos eletromecânicos, trouxe uma melhora considerável na agilidade e na capacidade dos equipamentos. A segunda foi a invenção dos transistores, peças fundamentais para o aperfeiçoamento dos aparelhos eletrônicos. Em conjunto com a popularização da energia elétrica, os transistores permitiram que máquinas utilizassem impulsos elétricos, conferindo uma precisão muito maior na análise de dados, um aumento expressivo da capacidade de processamento e a queda de custos de produção.

Nesta época, Thomas Watson Jr. chegou ao comando da IBM, adicionando à visão de atendimento ao cliente e serviços de seu pai, Thomas Watson, o que faltava para a companhia ser vista como ela é hoje: uma empresa de inovação e pesquisas tecnológicas. Até hoje, a IBM é fundamentada nesses princípios: uma companhia global de inovação através da tecnologia com foco exclusivo no cliente.

No lado da inovação tecnológica, a IBM seguia sua trajetória de liderança no setor com a implementação de diversos projetos que envolviam o uso de tecnologia e o aumento de memória e processamento de dados. Aqui, os maiores marcos foram grandes máquinas e sistemas como o RAMAC 305 – primeiro computador eletrônico com disco rígido fabricado no mundo – e o SAGE – tecnologia precursora do SABRE (Semi-Automatic Business-Related Environment), criado pela IBM, em 1964, para controlar, em tempo real, as reservas de passagens aéreas da companhia American Airlines. Esse sistema é usado até hoje por companhias aéreas em todo o mundo. Mas, a IBM não queria apenas encontrar formas mais rápidas de processar os dados. Cientistas da corporação também começaram a trabalhar maneiras de melhorar a captação desses dados. Foram criados diferentes modelos de obtenção de informações ao longo desses anos – os cartões perfurados se transformaram em códigos de barras, tarjas magnéticas, teclados, impressoras, comandos de voz etc. Até chegarem a tudo que temos hoje: sensores, redes sociais, internet colaborativa, nuvem e por aí vai!

Todo esse avanço tecnológico foi seguido de perto pelo Brasil. Em 1959, o primeiro equipamento eletrônico da IBM chegava ao solo nacional: o IBM 650. Na sequência, houve a implementação do RAMAC 305 na Volkswagen, seguida por diversas indústrias e clientes.

Na década de 60, o Brasil vivia uma intensa expansão das atividades comerciais e bancárias, além dos serviços públicos em geral. Com isso, tornou-se crescente a necessidade da ampliação da capacidade computacional para acompanhar todos os avanços. A IBM, então, intensifica as atividades industriais em Benfica (RJ) – primeira fábrica da IBM na América do Sul. Com uma maior produção nacional, a fábrica configura-se também como polo de exportação de produtos tecnológicos manufaturados.

O aumento da capacidade computacional foi fundamental não apenas para o progresso do Brasil, mas de todo o mundo. Ainda nos anos 60, especificamente em 1969, todo esse avanço tecnológico da IBM possibilitou que a NASA levasse o homem à Lua. O sistema da IBM usado pela agência, que custou quase US$ 3,35 milhões, ocupava um espaço gigantesco e oferecia apenas 2 KB de memória RAM – estando limitado a executar algumas centenas de milhares de operações por segundo.

Outro auge da IBM, no Brasil e no mundo, aconteceu nas décadas de 70 e 80. A invenção de componentes cada vez menores e mais baratos permitiu a criação do famoso IBM PC (Personal Computer). Foi o ponto de partida para que todas as pessoas, e não somente as empresas, pudessem ter acesso ao mundo da computação.

Enquanto isso, a IBM no Brasil buscava meios de conectar grandes sistemas computacionais e encontrou no Banco Bradesco a primeira oportunidade. Em 1970, um ano depois que o governo dos Estados Unidos surgia com aquilo que viria a ser a internet, a IBM no Brasil implementou um sistema bancário que interligou as contas correntes da agência do Bradesco de Carapicuíba (SP) ao centro eletrônico de processamento de dados do banco em Osasco (SP).

1930 - 1950

A década de 30 marca a expansão da companhia pelo território brasileiro, abrindo escritórios de representação em quase todas as capitais do país. Em 1931 foi aberto o escritório em São Paulo. Em 1933 foram abertas cinco filiais no país: Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Niterói.

Nesta época, o Brasil começa sua própria revolução industrial, empregando tecnologias mais modernas e ampliando a produção para além dos produtos básicos, como alimentos e tecidos. A IBM colabora para essa expansão tecnológica não só por meio de suas máquinas, mas, também, abrindo a primeira fábrica na América do Sul, em 1939, no Rio de Janeiro. A fábrica ficava em Benfica e foi um importante polo de produção de tecnologias IBM para o mercado nacional e latino-americano.

Outro marco desta era foi o começo das pesquisas com aquilo que se tornaria ícone da IBM: a máquina de escrever. Na década de 30, o investimento nessas máquinas parecia fora da estratégia de processamento de dados da IBM. Contudo, os pesquisadores da companhia enxergaram a possibilidade de adicionar novas formas de captação dos dados pelas tabuladoras automáticas. As pesquisas, então, foram direcionadas para encontrar maneiras de ligar máquinas de escrever elétricas às tabuladoras, como forma de entrada e saída de informação. Era o ponto de partida para o que viria a ser a Era da Programação.

1914 - 1930

O grande marco deste período foi a vinda de Thomas J. Watson para a organização. Visionário, ele implementou uma série de táticas de negócio, eficaz e inovadora para a época, como as vendas incentivadas, o foco no serviço e na experiência do cliente, e treinamento massivo dos vendedores. Ele ainda falou, pela primeira vez, sobre a estratégia Think – “Pense”, em português –, introduzindo uma carga horária reduzida para que as pessoas pudessem ter tempo para se desenvolver e inovar. Muitas destas visões estão presentes até hoje na IBM.

O primeiro passo em direção ao estabelecimento da IBM como uma companhia de presença internacional começou em 1917, no Brasil, onde foi aberta a primeira filial da CTR fora dos Estados Unidos. As atividades em nosso país começaram a partir de um contrato de prestação de serviços firmado com a Diretoria de Estatística Comercial para elaboração de dados oficiais. Esse órgão, então subordinado ao Ministério, Indústria e Comércio, daria origem, vários anos mais tarde, ao IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

A iniciativa de trazer a CTR para o Brasil foi de Valentim Fernandes Bouças, que apresentou a Thomas Watson, num encontro em Nova York, uma proposta de representação no país. O negócio foi aceito e, a partir de então, Valentim Bouças assumiu um papel de destaque nos primeiros trinta anos de trajetória da companhia no Brasil. Em associação com a representação da CTR no Brasil, Bouças criou, também em 1917, sua própria companhia, a Serviços Hollerith, voltada especificamente para a prestação de serviços de processamento de dados, fazendo locação das máquinas da CTR. Naquele mesmo ano, o Ministério da Fazenda aprovou um contrato da Serviços Hollerith com o Tesouro Nacional. Era o início de uma trajetória bem-sucedida.

Com o êxito dos trabalhos realizados pela CTR junto à Diretoria de Estatística Comercial, o governo brasileiro decidiu contratar a empresa para realizar a computação e a tabulação do censo demográfico e econômico brasileiro de 1920. O serviço prestado agilizou significativamente o sistema de contagem e soma dos dados daquele que foi o primeiro censo mecanizado do país, considerado um sucesso.

A partir desse momento, novos contratos de prestação de serviços foram assinados, como por exemplo com as Estradas de Ferro Central do Brasil e do Oeste de Minas, o Departamento de Saúde Publica e o Ministério da Guerra.

O ano de 1924 marcou o início de uma nova fase da CTR em território nacional. Em dezembro, a companhia foi definitivamente estruturada no Brasil, na qualidade de filial estrangeira da International Business Machines – IBM –, novo nome da CTR, registrado em maio daquele mesmo ano nos Estados Unidos. Para comandar as atividades locais da empresa, Valentim Bouças foi designado gerente geral a partir de 1º de janeiro de 1925. Nesse mesmo ano, foram assinados cinco contratos de grande porte com a Light and Power Company, Companhia Paulista de Estrada de Ferro, Loide Brasileiro, Instituto Brasileiro do Café e Banco do Brasil. Todos diziam respeito à aquisição de equipamentos de processamento de dados e à prestação de serviços técnicos.

Desse período em diante, sem abandonar a prestação de serviços à administração pública, a IBM redirecionou progressivamente suas atividades para o atendimento à iniciativa privada.

1880 - 1914

Em 1911, Charles R. Flint fundou a precursora da IBM, a Computing Tabulating Recording Company (CTR). A CTR nasceu da fusão entre a Tabulating Machine Company, com as tabuladoras automáticas e cartões perfurados conhecidas como máquinas Hollerith; a International Time Recording Co., com relógios e registradores mecânicos de tempo; e a Computing Scale Co., com balanças e instrumentos de aferição de peso.

Contudo, a Era da Tabulação teve seu primeiro marco muito antes disso. Vivendo as repercussões da Revolução Industrial, que aos poucos substituia o modo de vida agrário pelo industrial, as sociedades experimentaram um aumento de renda média sem precedentes. Houve um relevante crescimento populacional, especialmente nas áreas urbanas, o que contribuiu para o avanço dos mercados consumidores.

Neste cenário, Hermann Hollerith, nos Estados Unidos, iniciou suas pesquisas em busca de uma máquina de contar. Inspirado pelas ideias do tear automatizado de Jacquard e pelos condutores de trens que perfuravam os tíquetes dos passageiros, Hollerith inventou o cartão perfurado – o elemento básico das primeiras máquinas de processamento de dados da IBM. Esses cartões, mais duradouros que as fitas usadas anteriormente, eram lidos a uma velocidade nunca antes obtida pelas gigantescas e engenhosas máquinas de contar: as tabuladoras automáticas.

As tabuladoras de Hollerith, que foram adquiridas pela CTR em 1911, foram os primórdios de duas tecnologias que são essenciais até hoje para a estratégia da IBM: sensores e análise de dados. Através de um sensor bastante rudimentar, era possível adquirir e coletar dados complexos em quantidades enormes para a época, ajudando assim países e empresas a entenderem melhor o mundo.

Apesar de não seguirem como centro do negócio da CTR, o conhecimento no desenvolvimento dos instrumentos de aferição de tempo e peso também contribuíram para pesquisas direcionadas a coleta de dados por diferentes plataformas. Foram os precursores dos sensores e, por consequência, de uma importante indústria tecnológica de hoje: a internet das coisas.

2011

2011

A IBM celebra seu centenário global, com ações sociais em diversas localidades.

Neste mesmo ano, a IBM apresenta para o mundo o seu sistema de computação cognitiva IBM Watson, que entende a linguagem natural das pessoas, aprende continuamente e gera hipóteses. Este sistema de inteligência artificial se aproxima da forma humana de pensar, interagir e aprender, extraindo conhecimento de dados de diversas fontes e atuando como um assistente cognitivo que dá subsídios para os profissionais tomarem decisões mais assertivas.

O Watson torna-se conhecido após derrotar humanos no programa Jeopardy! - um quizshow sobre conhecimentos gerais da televisão norte-americana.

No Brasil, a IBM inaugura, em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro, o Centro de Operações Rio. O centro funciona como uma torre de comando da cidade que integra e interconecta informações em tempo real de diversos órgãos públicos do município para monitoramento e análise, a fim de melhorar a capacidade de resposta da Prefeitura para distintos problemas da cidade, incluindo a segurança pública.

2012

2012

A IBM Brasil anuncia o investimento de R$ 40 milhões para trazer sua primeira nuvem pública corporativa ao país. Com isso, passa a disponibilizar, em uma única plataforma, os benefícios da nuvem pública e privada. O IBM SmartCloud Enterprise (SCE) é voltado a empresas de todos os portes e oferece agilidade na disponibilidade de novos ambientes de TI, economia de custos, escalabilidade de um ambiente compartilhado e virtualizado, além da segurança e suporte técnico de uma infraestrutura privada.

A Prefeitura de Porto Alegre, por meio da Procempa, fecha parceria com a IBM Brasil para a criação de um ambiente tecnológico capaz de monitorar e melhorar a gestão dos serviços públicos da cidade. O projeto, que foi implementado em três áreas distintas da cidade – obras e viação, água e esgoto, e limpeza urbana – visa proporcionar mais inteligência aos departamentos e oferecer uma melhor qualidade para os serviços prestados aos mais de 1,4 milhão de habitantes. O novo sistema permite à prefeitura gerenciar, por exemplo, obras e reparos que estão sendo feitos na cidade, bem como administrar serviços de rede de água e esgoto, sistema de iluminação pública, pontes, parques, caminhões e contêiners de lixo.

A IBM inaugura o Natural Resources Industry Solutions (NRIS) Lab no Brasil. Localizado em São Paulo e com atuação nacional, o novo laboratório foi criado com foco nas indústrias de recursos naturais, como mineração, óleo e gás. Motivado pela riqueza de recursos naturais e características geográficas do país, o NRIS Lab passou a apoiar as diversas empresas de exploração de recursos que atuam localmente. Foi a primeira vez no Brasil que o mercado de recursos naturais pôde contar com um laboratório exclusivo para o desenvolvimento de soluções especializadas e com alto valor agregado.

2013

2013

A IBM Brasil reinaugura o IBM Client Center em São Paulo, o 5º do mundo a receber o título de Industry Solutions Lab. O espaço é destinado a atender clientes de todo país, funcionando integrado a outros centros globais da IBM e ao time do IBM Research Brasil. Com o objetivo de atender aos principais desafios de negócios de empresas de todos os portes e segmentos de mercado, a IBM disponibiliza soluções alinhadas a iniciativas estratégicas, como computação em nuvem, análise de dados, mobilidade e tecnologias sociais.

A Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos (SESGE), ligada ao Ministério da Justiça, anuncia a implementação de 27 Centros Integrados de Comando e Controle Móvel (CiCCM). A IBM contribui com sua experiência com Cidades mais Inteligentes e com tecnologia de análise de dados para criar uma plataforma integrada que oferece inteligência para os agentes de segurança pública. Com a solução, foi possível obter informações necessárias para identificar rapidamente possíveis incidentes, melhorar a identificação de ameaças e capacitar os operadores a responderem mais rapidamente a situações adversas.

No segmento de agronegócios, utilizando soluções IBM, a Coamo Agroindustrial Cooperativa, maior cooperativa agrícola da América Latina com sede em Campo Mourão (PR), reformula toda a sua gestão orçamentária. O sistema simplificou o processo e acelerou o período de planejamento e análise do orçamento de 60 para 30 dias. A nova tecnologia possibilitou aos envolvidos no processo orçamentário uma redução significativa no tempo de contribuição, sobrando mais tempo para análise das informações.

O Aeroporto Internacional de São Paulo (GRU Airport) fecha parceria com a IBM para o desenvolvimento de um projeto de tecnologia e serviços, com o intuito de unificar, padronizar e integrar os sistemas de gestão, que funcionavam com distintas linguagens e formatos de informação. Com o sistema, é possível ampliar e fortalecer a sinergia entre a administração do aeroporto, as autoridades reguladoras e a navegação aérea e, com isso, oferecer mais segurança e eficiência à operação aeroportuária, além de entregar melhores serviços aos passageiros no terminal mais movimentado da América Latina.

A IBM Brasil e a Flextronics, em parceria com a Universidade de Fortaleza e seu Núcleo de Aplicação em Tecnologia da Informação (NATI), inauguram o BlueLAB, laboratório de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica, que tem como uma de suas missões a capacitação para o mercado de trabalho.

2014

2014

Iniciada a operação do Watson no Brasil, com sede em São Paulo.

A fim de fornecer uma infraestrutura adequada para capacitar alunos de TI, a IBM inaugura o Laboratório Virtual de Estudos Acadêmicos. Fruto de uma parceria com o Instituto Eldorado, com a Flextronics e com a Fit, a iniciativa vai beneficiar mais de 20 mil alunos, permitindo que estudantes de graduação, pós-graduação e de cursos técnicos aprendam a atuar com sofisticados sistemas disponíveis no mercado.

CNPq apoia pesquisa na IBM Brasil sobre uso de computação cognitiva na indústria de recursos naturais. O Laboratório de Pesquisa da IBM Brasil disponibiliza 10 bolsas de estudo do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) para pós-doutores. Os profissionais atuam em pesquisa sobre o uso da computação cognitiva para gerenciamento e exploração de recursos naturais, que incluem as indústrias de petróleo e gás, biocombustíveis, mineração e água. Pesquisadores trabalham no projeto por dois ou três anos.

O sistema IBM Watson aprende a língua portuguesa. Um time de profissionais dedicados começa a trabalhar no seu desenvolvimento, focando em áreas como bancos e saúde.

O Brasil é a sede de um dos maiores eventos esportivos da atualidade: a Copa do Mundo. A IBM desenvolve uma ferramenta de análise de sentimento social usando, como fonte, os posts de redes sociais. Nos 64 jogos do mundial de futebol, a IBM capturou 53 milhões de posts, categorizou e analisou estes dados, determinando qual o sentimento – positivo, neutro ou negativo - associado a cada um dos jogadores, técnicos e a situações inusitadas que aconteceram antes, durante e depois dos jogos. A partir desse levantamento foram geradas estatísticas e gráficos que ilustraram os comentários sobre os temas mais discutidos nas redes sociais.

2015

2015

A IBM anuncia globalmente o início da Era Cognitiva e a divisão de negócios Watson Health, que pretende aprimorar a qualidade e eficiência da saúde das pessoas.

No Brasil:
Data Center da Softlayer, em Jundiaí – São Paulo. O novo centro é o primeiro no país a oferecer acesso completo a uma gama de serviços para construção de soluções de computação em nuvem, ao mesmo tempo em que clientes globais podem tirar proveito de velocidades de rede mais rápidas, melhorar o desempenho e atingir os usuários finais de uma forma mais ágil. Este é o 40º datacenter de SoftLayer no mundo, demonstrando o compromisso da IBM com o desenvolvimento e o progresso do país.

O time de IBM Research Brasil anuncia a criação do primeiro ThinkLab na América Latina, localizado em São Paulo. O ThinkLab é um ambiente de inovação aberta e colaborativa no qual clientes podem trabalhar diretamente com os cientistas da IBM para resolver problemas complexos, identificar necessidades específicas de seu segmento e desenvolver novas tecnologias ou novos modelos de negócios. À medida em que são testados no mercado com sucesso, passam a ser disponibilizados no Bluemix - plataforma de desenvolvimento na nuvem da IBM.

IBM anuncia parceria com universidades brasileiras para formação de profissionais especializados em computação cognitiva. Com a iniciativa, foram introduzidas disciplinas relacionadas ao tema em cursos de graduação e pós-graduação, mestrado e doutorado de diversas áreas. O programa inicia com a participação da ESPM, do Insper e da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

A IBM inicia com o Bradesco o primeiro projeto para uso da computação cognitiva no Brasil. O projeto utiliza o Watson em um call center interno do banco. O banco alimentou o Watson com seus dados e o sistema responde às perguntas dos próprios funcionários sobre suas rotinas de trabalho. Em um ano, o Watson estava em operação em 700 agências com resposta para mais de 50 mil perguntas sobre mais de 15 produtos do Bradesco.

Em parceria com a Prefeitura, IBM lança um Hub de ecossistema de inovação, tecnologia e empreendedorismo da cidade de Porto Alegre. O portal visa estimular o empreendedorismo na área de Tecnologia de Informação (TI) da capital. Por meio da nova plataforma, é possível explorar as novas tendências em TI, ter acesso às últimas notícias e os eventos que acontecem na cidade. A nova aliança entre a prefeitura e a IBM vai além do desenvolvimento do ambiente on-line.

Em parceria com a Flextronics, o Instituto de Pesquisas Eldorado e a Apple, a IBM disponibiliza o HACKATRUCK, um laboratório itinerante com capacidade para 500 estudantes de instituições de ensino superior de tecnologia da informação em programação SWIFT para plataforma iOS. Ao longo de 10 meses, 11 instituições, distribuídas por diversas regiões do Brasil, participam da iniciativa. Com uma proposta metodológica inovadora, o laboratório digital móvel conta com sala de aula, dispositivos e aplicativos de última geração armazenados na nuvem IBM.

Outro marco foi a inauguração do time de Watson IoT e Blockchain no Brasil.

2016

2016

O Fleury e a IBM anunciam que trabalharão juntas para testar e validar o Watson for Genomics no Brasil como uma potencial ferramenta provedora de informações para auxiliar a tomada de decisão médica. Assim, a parceria busca avanços que permitam aumentar a precisão na medicina personalizada. O Watson for Genomics é uma solução IBM hospedada na nuvem que usa computação cognitiva para auxiliar os médicos a identificar medicamentos e ensaios clínicos relevantes com base em alterações genômicas de um indivíduo e dados extraídos da literatura médica. O sistema utiliza pesquisas, estudos clínicos e artigos científicos. Com mais de 20 instituições usando Watson para obter informações e ajudar médicos a planejarem opções terapêuticas personalizadas, o sistema fornece aos oncologistas um conhecimento combinado das instituições de câncer mais importantes do mundo.

O Banco do Brasil anuncia a criação de um Centro de Competência em Computação Cognitiva e desenvolvimento de um Assistente Inteligente com Watson para seu aplicativo de Internet Banking. O objetivo é que os clientes do Private e Estilo Digital possam consultar no app – por voz ou texto - um assistente que ajude a realizar transações financeiras e forneça informações gerais.

A IBM anuncia o primeiro caso de uso do Watson no Brasil com uma startup, a Mecasei.com, que lançou a primeira assistente pessoal de casamentos do mundo, a Meeka. O aplicativo ajuda os noivos a planejar todos os detalhes do casamento de forma inovadora por meio de diálogos com o casal, de maneira amigável e eficaz. A combinação de serviços de processamento de linguagem natural em português com outros recursos cognitivos do Watson foi o que possibilitou o desenvolvimento da assistente pessoal também, conhecida como “a melhor amiga dos noivos”. Devido ao sucesso desta tecnologia, a Mecasei.com criou uma divisão de tecnologia chamada MeekaLabs, que desenvolve chatbots com o Watson para outras empresas.

O Watson passa a coordenar as operações de telecomunicações da banda larga da Sky. A plataforma de computação cognitiva da IBM foi adaptada em um painel de controle desenvolvido pela empresa brasileira Ícaro Tech, que cataloga e analisa mais de um milhão de alertas diários do sistema, sobre todos os tipos de problemas que podem afetar a operação de banda larga da empresa. O Watson indica o que é mais importante para manter a qualidade da rede.

O Laboratório de Pesquisa da IBM Brasil e o Laboratório de Nanoespectroscopia da Universidade Federal de Minas Gerais (LabNS/UFMG) fecham um convênio de cooperação para estudo conjunto de nanociência e nanotecnologia no Brasil. O principal objetivo da parceria é investigar novos materiais, conceitos de dispositivos e métodos de medição em nanoescala (escala molecular) para o desenvolvimento científico e tecnológico de futuras aplicações industriais em recursos naturais, especialmente, na área de óleo e gás.

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e a IBM Brasil firmam um acordo de cooperação para compartilhar investimentos de até US$ 500 mil, ao longo de 10 anos, a serem utilizados em projetos de pesquisa científica e tecnológica na área de computação cognitiva em universidades e institutos de pesquisa.

A TheraSkin, indústria farmacêutica brasileira especializada e referência em dermatologia em todo o país, utiliza a solução IBM Watson for Drug Discovery no desenvolvimento de produtos e medicamentos no Brasil. O uso dessa inovadora ferramenta de Watson Health visa auxiliar a área de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) da TheraSkin para levar ao mercado soluções cada vez mais eficientes, inovadoras e capazes de atender os anseios da comunidade médica e seus consumidores. O Watson for Drug Discovery é uma solução IBM hospedada na nuvem que utiliza a computação cognitiva para disponibilizar visualizações dinâmicas e classificações de pesquisas da área clínica. Esta análise é baseada em evidências extraídas dos mais recentes artigos científicos, periódicos médicos, livros e registro de patentes. A tecnologia de inteligência artificial auxilia os cientistas na identificação das relações entre genes, proteínas e medicamentos relacionados às doenças em estudo, acelerando o processo de novas descobertas científicas.

2017

2017

A IBM completa 100 anos de estabelecimento em solo brasileiro, a primeira filial da companhia fora dos Estados Unidos.

1951

1951

A IBM começa a produzir, nos Estados Unidos, a classificadora eletrônica 082 – máquina-chave do sistema IBM de contabilidade – e inaugura a primeira linha de montagem de máquinas de escrever elétricas.

1956

1956

A IBM dá o primeiro passo para o desenvolvimento da inteligência artificial e cria, nos Estados Unidos, o primeiro computador programado para jogar damas: o IBM 704.

1959

1959

A IBM implementa o RAMAC 305 na Volkswagen do Brasil. O RAMAC 305 é o primeiro sistema eletrônico de grande porte a ser instalado no país.

Neste mesmo ano, chega ao Brasil o primeiro computador da IBM: o IBM 650.

1961

1961

Neste ano, a unidade da IBM de Benfica (RJ) fabrica, pela primeira vez, o primeiro computador inteiramente montado em solo brasileiro: o IBM 1401. Lançado em 1959, nos Estados Unidos, o sistema é implementado em grandes empresas, como a ESSO Brasileira de Petróleo, Anderson Clayton, Joquei Clube de São Paulo e Governo do Estado de São Paulo.

1962

1962

A primeira unidade do sistema IBM 1620 é instalada no Centro de Cálculo Numérico da Universidade de São Paulo (USP). O sistema é o primeiro computador eletrônico destinado, exclusivamente, para fins científicos.

1963

1963

A IBM, acompanhando as mudanças do Brasil, abre seu primeiro escritório em Brasília, a nova capital do país, inaugurada em 1960.

1965

1965

O sistema IBM 1620 ajuda a Universidade de São Paulo a realizar o primeiro vestibular unificado do Brasil – um importante marco no campo do processamento de dados na área acadêmica.

1967

1967

A famosa máquina de escrever da IBM, a 72, começa a ser produzida na fábrica de Benfica, no Rio de Janeiro. A máquina IBM 72 é a primeira no mundo a utilizar a esfera de tipos como elemento único de impressão. Girando em torno de seu próprio eixo, essas esferas imprimiram maior velocidade às ações e, pela facilidade e rapidez nas trocas, permitiram, pela primeira vez na história, o uso de diferentes tipos de letras por uma única máquina de escrever.

1968

1968

A IBM Brasil implementa a conexão Systems/360 aos terminais de teleprocessamento do país. Isso permitiu que informações escritas pudessem ser transmitidas à distância por canais telefônicos, com a utilização de máquinas de escrever próprias. Neste ano, o emblemático presidente da IBM mundial, Thomas J. Watson Jr, participa da inauguração do Rio Datacentro, na PUC-RJ, o primeiro a ser equipado com as máquinas IBM 7044.

1969

1969

Nos Estados Unidos, a tecnologia da IBM é imprescindível para ajudar a NASA numa das maiores excursões espaciais da humanidade: a chegada do homem à Lua.

1970

1970

A experiência, com a implementação dos terminais de teleprocessamento 2 anos antes, permite que, em 1970, a primeira operação bancária em modo online seja realizada no país. O sistema bancário interliga as contas correntes da agência do Bradesco de Carapicuíba (SP) ao Centro Eletrônico de Processamento de Dados do banco em Osasco (SP). Neste mesmo ano, a primeira ligação telefônica via satélite, feita e demonstrada no país, é realizada entre a IBM do Brasil e a IBM da Inglaterra.

1971

1971

A IBM dos Estados Unidos lança o primeiro sistema de reconhecimento de voz, que permite que máquinas e computadores compreendam cerca de 5 mil palavras.

Neste mesmo ano, a segunda fábrica da IBM no Brasil entra em operação em Sumaré (Hortolândia), no estado de São Paulo, marcando o início da produção de componentes de computadores pela IBM Brasil. A nova fábrica começa a operar produzindo unidades de fita magnética para o IBM/370, perfuradoras, verificadoras e máquinas de escrever elétricas modelos 72 e 82.

1973

1973

No mundo, a IBM lança o formato de código de barras Universal Product Code (UPC), desenvolvido pelo pesquisador George Laurer.

A IBM Brasil inaugura o Sistema Integrado de Teleprocessamento (ITPS), que possibilitava contato direto e imediato com todas as outras localidades do mundo onde a IBM operava.

1974

1974

A IBM anuncia o World Trade Advanced Administrative System (WTAAS), um sistema que conferia maior rapidez ao fluxo de informações operativas.

1977

1977

O prédio da Tutóia é inaugurado em São Paulo. O edifício, criado pelo arquiteto Gian Carlo Gasperini, pode ser visto de longe por quem passa pela Avenida Vinte e Três de Maio sentido Centro. É um marco arquitetônico da cidade. O prédio faz referência à letra "I".

1980

1980

No Rio de Janeiro, uma nova sede da companhia é inaugurada, localizada na Avenida Pasteur em Botafogo.

A IBM lança a impressora Braille automatizada, que permitiu a impressão de livros em Braile em quantidade e velocidade muito maior.

1981

1981

A IBM apresenta o IBM PC (Personal Computer) para o mercado global. O PC oferece um sistema de fácil interação, desenvolvido tanto para empresas quanto para escolas ou uso pessoal. No Brasil, o IBM PC começou a ser comercializado em 1984.

1986

1986

O Centro Tecnológico de Hardware foi inaugurado na fábrica de Sumaré (Hortolândia), em São Paulo. O Centro contou com laboratórios de hardware e ambientes de teste.

1987

1987

A IBM no Brasil completa 70 com dois marcos. O primeiro foi a vinda do supercomputador – ES/3090 com Vector Facility, que acelerava os trabalhos de pesquisa de petróleo em águas profundas. O segundo foi a implementação do Sistema de Acesso do Cliente à IBM – SACI, no qual sete clientes-piloto passaram a ter acesso remoto ao banco de dados, correio eletrônico, entre outras aplicações da IBM.

1993

1993

Nasce o projeto MUAN, um sistema open source concebido pelo Anima Mundi e desenvolvido pelo IMPA, com apoio da IBM, para animação quadro a quadro. Desenvolvido e compatível com o sistema operacional Linux, sua interface gráfica permite a rápida criação de animações, utilizando câmeras de vídeo ou webcams conectadas ao computador. Simples e fácil de operar, o MUAN é ideal para atividades educacionais e suas funcionalidades possibilitam inúmeras formas de interação e de representação do mundo.

1994

1994

A inauguração do Centro de Super Computação na Unicamp (CENAPAD) – um convênio entre a Unicamp, Finep e IBM –, transforma a Universidade de Campinas no centro de referência latino-americano em supercomputação.

1995

1995

Lançamento global da campanha de marketing Solutions for Small Planet conquistou grande repercussão mundial. Pela primeira vez, uma companhia de tecnologia se posicionava como uma empresa de soluções completas incorporando hardware, software e serviços, resolvendo qualquer desafio de negócio de seus clientes. Essa campanha marca o posicionamento público da IBM como uma empresa de serviços.

1997

1997

O IBM Deep Blue torna-se o primeiro computador a vencer o campeão mundial de xadrez Gary Kasparov. Com 32 processadores, a máquina calcula cerca de 200 milhões de jogadas de xadrez por segundo.

A IBM anuncia a sua estratégia e-Business, dando uma visão pragmática da transformação do mundo a partir do uso da internet, incluindo os negócios da empresa. Foi uma visão muito ousada para época e criou o termo e-Business. Dois anos após o início da campanha de marketing, a IBM já tinha mais de 10 mil clientes com serviços e-Business contratados.

A primeira transação de débito, totalmente segura e pela internet, é realizada pelo Banco do Brasil, usando a tecnologia da IBM.

No mundo, a IBM apresenta o Home Page Reader, um navegador desenvolvido pela pesquisadora da IBM e deficiente visual Cheiko Asakawa, para auxiliar os deficientes visuais a utilizarem a internet, por meio da leitura do conteúdo que aparece na tela.

2004

2004

A IBM Mundial elege Brasil, China, Índia e Rússia como focos de investimento.

2005

2005

A IBM inaugura o Linux Technology Center (LTC) em Hortolândia, o site que se transforma de fábrica, nos anos 90, ao maior escritório da IBM no Brasil. O LTC é responsável pelo desenvolvimento de software e aplicações open source para os mainframes da IBM. Também em Hortolândia, o Global Command Center entra em operação para servir como um centro de comando das operações de serviço outsourcing prestados pela IBM para clientes em todo o mundo.

2008

2008

A IBM anuncia sua estratégia Smarter Planet, ou “Planeta mais inteligente”, sob as premissas de instrumentação, interconexão e inteligência das atividades humanas.

No Brasil, o Centro de Tecnologia e Serviços Globais no prédio da IBM Hortolândia, em São Paulo, é inaugurado. O centro tem como objetivo atender à demanda de clientes nacionais e acompanhar o crescimento do mercado brasileiro de tecnologia, além de atender os projetos de desenvolvimento e manutenção de aplicativos, com foco nos clientes localizados tanto no Brasil quanto em países da América do Norte e da Europa.

2009

2009

O IBM Solution Center de São Paulo (ISC) nasce como o primeiro centro de soluções da América Latina. Localizado na sede da IBM em São Paulo, o ISC funciona como um ambiente para avaliar e compreender os principais desafios de diversos segmentos de negócio e, também, para explorar soluções inovadoras baseadas em tecnologia IBM e de seus parceiros, reforçando o Brasil como região estratégica para o crescimento da companhia nos mercados em desenvolvimento.

2010

2010

O 9º laboratório de pesquisa da IBM no mundo é inaugurado no Brasil. Nomeado IBM Research Brasil, o centro é o primeiro da companhia inaugurado no hemisfério sul. O IBM Research se dedica a pesquisas que visam desenvolver tecnologias para colaborar com o melhor funcionamento do mundo nas áreas de sistemas humanos, dispositivos móveis, recursos naturais, agricultura, transporte e saúde.

1948

1948

A IBM lança, mundialmente, o SSEC (Selective Sequence Electronic Calculator), primeira máquina digital de cálculos capaz de modificar arquivos armazenados. Foi o primeiro calculador eletrônico com condição de receber instruções em sua memória – no que seria o precursor do software.

1943

1943

A IBM instala o relógio da estrada de ferro da Central do Brasil, no Rio de Janeiro. Totalmente produzido na fábrica de Benfica, foi considerado o maior do mundo. Instalado a uma altura de 180 metros, o conjunto do maquinário atinge o peso de cinco tonelada. Servindo com eficiência a toda a cidade, tornou-se um marco do cenário urbano, podendo ser visto até de Niterói.

1939

1939

Em 7 de março, a primeira fábrica da IBM fora dos Estados Unidos é inaugurada no Rio de Janeiro, em Benfica.

1935

1935

A IBM Brasil começa a fabricar cartões perfurados.

1934

1934

As primeiras máquinas alfabéticas de processamento de dados chegam ao Brasil. Elas permitiram um processo de classificação de cartões perfurados por índice alfabético, agilizando a organização e consulta dos dados registrados.

1933

1933

A IBM amplia e estabelece escritórios em outros estados brasileiros, marcando presença em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Belo Horizonte, Minas Gerais, Salvador, Bahia, Recife, Pernambuco, Niterói e Rio de Janeiro.

1931

1931

A IBM abre seu primeiro escritório em São Paulo.

1928

1928

Chega ao Brasil o cartão perfurado de 80 colunas e começa a implementação dos primeiros cursos técnicos da área.

1924

1924

Este é o ano do estabelecimento definitivo da IBM no Brasil e no mundo. Enquanto, globalmente, a CTR se transforma, oficialmente, em International Business Machines (IBM), no Brasil, a companhia é autorizada, formalmente, a operar sob o nome de International Business Machines Co. of Delaware.

Duas novas linhas de produtos foram trazidas: o International Time Recording (equipamentos de controle de tempo) e o Dayton Computing Scale (instrumentos de aferição de peso).

1920

1920

O governo brasileiro usa as máquinas da CTR para conduzir o censo agrícola e populacional.

1917

1917

A primeira operação da IBM fora dos Estados Unidos é aberta no Rio de Janeiro. Ainda com o nome de Computing Tabulating Recording Company (CTR), a companhia atua na prestação de serviço com a Diretoria de Estatística Comercial. As máquinas trazidas nessa época foram: perfuradoras mecânicas, separadoras verticais e tabuladoras standard.